Chico usa vestido para ir a Casa 1 enquanto feminsmo é discutido em Amor & Sexo e APAC Santa Luzia conhece Theresa Kachindamoto

janeiro 27, 2017

     Casa de acolhimento ao publico LGBT, prisão que liberta, entre outros. Mesmo estando afastada daqui, sempre compartilho coisas na página do blog afim de nos mantermos antenados as coisas boas (e ruins) da nossa desconstrução diária. Acontece que essa semana dei de cara com tantas coisas boas - em meio a tantas ruins - que decidi juntar tudo e soltar aqui para vocês abrirem um sorrisinho e se enxerem de amor também.
   

Casa 1


    Em uma conversa intensa com meu melhor amigo, alguns primos e na fila do caixa de um supermercado, discutimos e percebemos o quanto ainda não é fácil para as pessoas entenderem que ser homossexual, transexual e ser do jeito que sente-se ser não tem nada haver com caráter, não tem nada haver com Deus e não tem nada haver com suas atitudes perante o mundo sabe?! E entender isso é tão dificil que as pessoas passam por grandes perrengues quando assumem quem são. E ai que entra em ação a Casa 1, que é uma republica de acolhimento aos LGBTs, oferecendo apoio psicológico, moradia, muito amor e um alivio enorme no peito de muita gente. Achei isso um baita de um avanço e estou com vontade de abraçar o Iran Giusti e Otavio Salles, organizadores do projeto. A casa foi construída através de uma vaquinha, um financiamento coletivo que acontece na internet e no Aniversário de SP, foi inaugurada! Os moradores podem ficar durante 3 meses podendo esse prazo ser estendido. Para mais informações, curta a página da Casa 1 ou acesse o site.




APAC Santa Luzia

    Uma outra noticia que tive a felicidade de ler foi a do presidio de Santa Luzia, Minas Gerais. A matéria tinha como ponto de partida o ex-goleiro Bruno que tinha a chave da própria cela, mas o titulo é tão bobo que por pouco você não abre a matéria para ler e por muito pouco você não fica animadinha com o presídio. Animadinha por quê Bru? Porque claramente o objetivo desses presídios administrados pela APAC não é apenas um lugar para enfiar pessoas que cometeram crimes, e sim um ambiente onde essas pessoas podem se reencontrar, aprender e evoluir como seres humanos enxergando outras possibilidades que vão muito além do julgamento do outro em cima de seus atos e sim o sua própria consciência de como seus atos irão afetar o outro, que tanto confia em você. Lá eles tem oficinas, trabalhos e oportunidades, segundo a matéria 90 condenados fizeram o ENEM este ano e terão a oportunidade de cursar uma graduação.

Theresa Kachindamoto


    Em Malawi metade das mulheres se casam antes dos 18 anos, é normal meninas de 12 anos engravidarem, com o IDH super baixo e o número de portadores de HIV subindo essa super mulher já cancelou mais de 850 casamentos infantis. Agora, todas as crianças envolvidas nesse tipo de "casamento" são levadas diretamente para a escola. Theresa é supervisora de um dos distritos de Malawi e trabalha com isso a 27 anos. Imaginem o quanto essa mulher deve ser ameaçada e continua em pé?! Uma inspiração para todas nós! Sejamos todas Theresa!

Look do Chico, escolhido pelo Chico

     Chico é uma criança. Chico é filho da Carol Patrocínio (uma das inspirações da minha vida). Chico gosta de usar vestidos. Chico usa vestidos. Chico esta feliz. E qual a grande polemica nisso tudo? O fato das pessoas acharem que Chico deveria estar triste por usar o que gosta e quer usar. A grande polemica é o fato das pessoas fazerem polemica em cima de uma prisão que Chico não está e nós nos colocamos dentro. Não colocarei a foto de Chico pois ele é menor e muitas outras pessoas já compartilharam querendo prender o Chico em suas ideologias. Mas compartilho aqui o mural da vergonha e o post que a Carol Patrocínio fez no medium "Por que as pessoas na internet se incomodam tanto que meu filho use vestidos"

Amor & Sexo & Eu não preciso usar 36

     Não assisti o programa mas acompanhei nas redes os comentários. No dia seguinte me marcaram em uma publicação e fui obrigada a ir atras de mais informações e assistir ao programa no Gshow. Estou arrepiada até agora! Me senti representada, senti que fomos ouvidas e fiquei orgulhosa de como o programa foi tão didático, inspirador e forte. Estou muito feliz de assistir ao programa que antes não assistia, mas hoje, sou obrigada a sentar e ver os tiros que sairão de lá. Para saberem mais sobre o programa, acessei esse post do "GShow - Amor & Sexo fala sobre feminismo em programa de estréia".

   

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